Como falar de uma série que até alguns meses atrás eu não botava muita fé nele? Vamos por partes. Vendo a Warner certo dia, me atentei ao comercial que falava do primeiro episódio da segunda temporada de Fringe, série criada pelo ilustre J.J.Abrams. O comercial foi tão surpreendente e estranho que corri para começar a assistir, desde a primeira temporada. E vi como eu estava errada…

Sinopse: A trama começa com um atentado a um avião em Boston, onde seus passageiros são mortos de uma forma chocante. Em meio a esse caos, a agente especial do FBI, Olivia Dunham é chamada para investigar o caso e, na busca pelo culpado, seu parceiro John Scott é quase morto. Olivia, corre contra o tempo para ajudar John, e acaba descobrindo o Dr. Walter Bishop, um aclamado cientista, considerado o ‘Einstein’ de nossa época. O problema é que ele está internado em uma clínica psiquiátrica há quase 20 anos e a única forma de tirá-lo de lá, é convencer o seu filho, Peter Bishop a ajudá-la.  Então, com algumas reviravoltas, Olivia se descobre envolvida em uma conspiração maior do

Joshua Jackson, Anna Torv, John Noble

que já imaginou, onde seu principal inimigo é o fundador da maior empresa de tecnologia do mundo, a Massive Dynamics, e que por sinal é um antigo companheiro de laboratório de Walter.

Os atores: A agente Olivia Dunham, vivida por Anna Torv, tem um destaque impressionante na série. Carismática e inteligente, consegue transmitir todo o sentimento para as telas, que até então só se encontravam no roteiro. Com uma surpresa incrível, me deparei com quatro atores fantásticos: Joshua Jackson (Peter Bishop), o eterno mocinho de Dawson’s Creek; John Noble (Walter Bishop), que fez um papel maravilhoso na trilogia Senhor dos Anéis como Denethor II; e Kirk Acevedo (o agente do FBI Charlie Francis), que ficou bastante conhecido em seu papel de Joe Toye em Band of Brothers.

Temos também Mark Valley como John Scott, Lance Reddick como o líder das investigações Philip Broyles, Jasika Nicole como a agente júnior Astrid Fansworth, Blair Brown como a COO da Massive Dynamics Nina Sharp e o magnífico Leonard Nimoy (e se você não o conhece, shame on you!) como o CEO da Massive, William Bell.

Assisti a primeira temporada inteira sem saber absolutamente nada da série – tirando o fato de que todos comparam Fringe com Arquivo X – e eu me surpreendi. Câmeras rápidas, sustos e cabeças explodindo – literalmente na série – fizeram parte da minha vida por quase um mês nessa jornada de conspirações e perseguições. A história fantástica, envolvendo fatos científicos verdadeiros com o surreal da série, deixou tudo muito mais interessante. E no final das contas paramos pra pensar se realmente já não existe essa “evolução” toda.

Depois de algum tempo, percebi que estou obcecada pela série e seus personagens envolventes. É divertido perceber que em apenas um episódio algumas perguntas foram respondidas e milhares de outras perguntas afloraram… felizmente sei que terei a resposta de todas. Recomendo a todas as pessoas que gostam de teorias malucas, suspense e episódios que arrepiam até os cabelos da nuca.

Kell finalmente entende o que significa um Deja Vú e tem certeza que já visitou uma outra dimensão em algum sonho.

Confiram mais posteres: